Uma equipa norte-americana criou um adesivo que pode indicar casos de fibrose quística (uma doença genética que tem uma disfunção das glândulas exócrinas e produzem muco, suor ou enzimas pancreáticas, capaz de, por exemplo, comprometer os pulmões).
Para diagnosticar a fibrose quística, normalmente se mede os níveis de cloreto no suor, mas o adesivo pode ser uma alternativa.
Um estudo que foi publicado na revista cientifica "Science Translational Medicine" contou com a participação de 51 voluntários, com idades de dois meses até 51 anos. Os resultados indicam que o adesivo foi capaz de coletar pelo menos 33% a mais de suor do que outros equipamentos.

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